quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Descoberta

Recebi essa imagem de um amigo virtual logo cedo (tenho tido a sorte de atrair grandes poetas?). Chamou a atenção não só as palavras e sentimentos ali contidos, mas também a quebra , esperando por ser consertada, pelo mesmo amor citado. Meu olhar - hoje muito mais atento que ontem pelo reencontro com o
"meu" Amor Maior, meu prumo, meu fio condutor -
primeiro consertou a peça com um olhar carinhoso, para depois incorporá-la ao meu ser.
Hoje vejo o Amor com outros olhos, mais límpidos e mais claros, infinitos. Saído do plano material, terreno , encontro em mim um sentimento tão grande que não me cabe. E por não caber-me, explode e se espalha. E me vejo mais feliz, mais completa, mais satisfeita, mais plena. Maior. Poderia até usar da expressão"mais humana", mas sinto que não cabe, não combina, não expressa. Porque o Amor que sinto hoje, mais do que ontem, não cabe neste mundo, nesta esfera. O Amor que sinto hoje extrapola esse mundo e invade tantos outros, mundos e vidas, que perde a sua dimensão, torna-se imensurável, não comedido. O Amor que sinto hoje já não me pertence mais. E, envaidecida, compreendo e aceito o como o "meu poeta português" me descreve: " Luz de amor, porque o amor, indefinível por natureza, encontrou em ti um templo supremo,
uma fonte eterna."

3 comentários:

  1. Teu "poeta" tem toda a razão. Eu, simples mortal, invejo as palavras dele que deveriam ter sido minhas.

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  2. ...É o mais próximo que conseguimos chegar ao Grande Arquiteto : Ser a parte e ao mesmo tempo o todo. Seu texto trouxe isso. E a argamassa ,que restaura, transborda em tudo que foi plantado, ao cuidarmos dos frutos...belos frutos, nossos presentes. Bjs do norte.

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  3. Com essa carinha ai do lado, e estes textos, sonhamos, todos, em partilhar desse enorme Amor...Bjs no coração!

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