quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Inteira


Hoje, enfim, incorporo por todo meu ser as palavras de Ferreira Gullar, quando fala sabiamente sobre o Amor. São tantas as minhas verdades contidas no poema Metade...mas chamaria de Inteira, porque reassumo, hoje, que sou toda Amor. Sou um Amor não contido, não cabível em mim. Sou um Amor que extravasa, que se expande, que toma conta de meu eu, de mim inteira, das muitas Joyces só por ele reconhecidas e igualmente amadas; desta vida e de outras tantas vidas, já bem vividas ou a viver. . .
E não me cabem saudades ou tristezas, não me cabem adeus e partidas, porque está em mim. Não me cabem dúvidas nem anseios, porque me conforta. Não me cabem esperas angustiantes porque somos um só.
E eu diria "que o Amor que amo seja para sempre amado, infinitamente amado, como sempre o foi e será.
Porque um pedaço de mim é esse Amor, e os outros , tantos, todos...também..."

2 comentários:

  1. Sorte de quem recebe este teu Amor, tão infiniot como descreves. Inteira com és, menos que isso não se podia esperar. Pena não o ser...

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  2. Amor...voce fala dessa palavra/sentimento com tanta propriedade que a gente se sente menor, insignificante! Como se ele fosse uma coisa paupavel para voce, que voce o enxergasse, pegasse ele pela mão, fizesse carinho, ou coisas do genero. Nunca vi isso em nenhuma pessoa, essa convivencia facil, essa plena compreensão. Especial? as vezes pareces de outra dimensão... estrela?

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