quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Leve



Adoro rir. Amo gargalhar.
Seja com quem for, ou até sozinha, dando uma de louca. Desopila o fígado, dizem. parece que sim. Vai embora a tristeza, a mágoa, o peso nos ombros. Fica uma leveza sem fim. Por isso muito filme com o filho, muita cosquinha, muito afeto. Muito riso frouxo. Que me desculpem os mais velhos pelo "muito riso, pouco sizo",
não ligo a mínima! E nem acredito.
Aliás, pelo que me contaram, bom humor é a palavra chave para casamentos duradouro. Então, estou certa. Rir a dois, gargalhar enquanto se namora, se anda pelas ruas de mãos dadas, isso sim é tratamento de beleza! Um rir ao menos olhar, tamanha sintonia! Um rir-se sem controle, mostrando alegria. Uma combinação perfeito com o amar. Um complemento. Para mim, um sustento. Não gosto de gente muito séria, querendo se mostrar. E nem da gargalhada por nada, pela piada boba, sem a perspicácia da inteligência.
Faço do bom humor, meu e do outro, ponto de equílibrio. Como se não se levasse a vida sempre tão ao pé da letra, tão pesada.
Isso, rir dá leveza. Dá vida. Dá sabor.
Rir relaxa,
limpa os olhos para que vejamos o outro de alma pura. Alma de criança, talvez, pura de pre - conceitos estabelecidos.
Pura de regras. Alma feliz.
Ah, e rir , para mim, dá mais tesão, mas ai é outro papo...

Um comentário:

  1. Imaginar tua risada iluminou meu dia! Ouvi o som - entre mullher e moleca - e só isso me fez rir sozinho, como tenho feito tantas vezes ao ler teus textos.
    Existes, de fato? Ou és miragem de um amor platônico?
    Beijos, minha deusa,com gosto de doce deleite...

    ResponderExcluir