sábado, 22 de agosto de 2009

Matinal


Acordei com alma de criança. Leve, feliz pelo sol radiante. Rindo, muito, nem sei do que, nem de onde. Talvez porque seja domingo, dia que aprendi a gostar. Um dia sem pressa, sem destino, sem porquês, a não ser o de "nada" fazer. Sigo sem programas.

Domingo tem tido para mim cheio de lavanda, de banho recém tomado. Dia de um café sem pressa, de um passeio sem volta, de um nada apurado. Talvez lembre piqueniques sobre toalhas xadrezes. Ou caminhadas na praia aos sons do dia despertando. Ou talvez seja só o silêncio do dia que amanhece mais tarde.

Ah, e que belo deve ser o domingo ao lado de quem se ama. Um acordar sem muito pensar, uma preguiça dupla, devaneios matinais. Gosto disso, de um amor descompromissado, de um amor sem agenda, de um amor de bom dia. Um amor sem hora para acabar. Nele, o meu melhor, minha mais pura alma.
Um amor entre risos, leveza do ser. Meu tudo de bom.
Meu amor de menina, entre lençóis de flor...

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