domingo, 20 de setembro de 2009

Joy


Faz algum tempo que frequentei um grupo de conversação sobre a vida com um pastor daqui. Não se falava em religião e sim em comportamento, sentimentos e muito mais. Ele me deu um apelido que levo no peito : Joy. Seria uma tradução simples de alegria em inglês. Via muito disso em mim, e falava que nomes vêm porque os merecemos, porque nos descrevem de alguma forma. Vejo que estava certo.
Alegria. Tenho. Sou. Um jeito ingênuo de ver a vida, de ver as coisas. Um jeito menina, um jeito moleca. Um jeito romântico até. Espírito de criança, penso. E gosto. E sigo assim, brincando, perfume de flor. Leve, solta, risonha. Fazendo da vida uma grande brincadeira. Se levar a vida tão a sério como os que se dizem adultos levam fosse do bem, não deveria estar como está.
Que o dominem as crianças, sábias crianças por ele a andar!

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