segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Doce


Hoje é dia das crianças. E da padroeira do Brasil. Nada contra Nossa Senhora Aparecida, mas deveria ser dia de São Francisco de Assis, meu mestre protetor, delas e dos animais. Ou São José, com sua cria ao colo.
Ou bem poderia ser dia de ser criança, todos nós. Levantar e deixar remela no olho, tomar café da manhã ainda de pijama , e depois se jogar no sofá para ver desenhos. Ou sair correndo para brincar na rua, sem relógio, sem tempo, sem nada, só vontade de ser feliz. Quem sabe gargalhar por qualquer coisa. Ou cantarolar a mesma música por dias a fio -
imitando o personagem em frente a TV.
Isso. Fazer de um dia qualquer nosso dia de ser criança. Nosso dia de ser como sonhou nosso Criador: puras, ingênuas, suaves, e por isso livres. Despertar em nós o que temos de melhor , nossa alma mais pura, nosso sentimentos mais leves.
E disso entendia bem Thiago de Mello, em seu Estatuto do Homem:
" Fica decretado que todos os dias da semana, inclusive as terças-feiras mais cinzentas, têm direito a converter-se em manhãs de domingo".
E eu completo: desde que não faltasse brigadeiro...

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