sábado, 7 de novembro de 2009

Aprendiz


Essa semana fui ao cinema e hoje vou ao teatro. Mais que um simples entretenimento, vejo nisso algo bem maior. Como se meu cérebro se abrisse ao novo. Como se em cada evento destes eu abrisse espaço dentro de meu ser para recebê-lo. Volto outra. Da comédia romântica ao cult-movie, abro meu ser. Além do teatro que sempre me extasia. Sinto como se minhas células cerebrais se renovassem. Uma faxina, trocando velhas e muitas vezes inúteis experiências por novinhas em folha. Saio entre introspectiva e alegre. Mas saio, sempre, diferente.
Para isso servem as novas experiências, penso. Para isso as coisas novas, de textos a amigos. Para renovar-me. Para fazer-me outra. Parto do pressuposto que estão ali para isso.
E faço valer a pena. Vivencio-as como posso. E delas tiro proveito, alimento, alegria. Ou lição.

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