quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Agrado


Comprar é satisfazer a criança interior, dizia o texto. E quem não gosta? Nessa época de renovação em mim (enfim, mandei uns quilos a mais pras cucuias), tento não me afetar com as tentações. Organizo meu cérebro e tranco minha gaveta de paixões . Listo as necessidades, que nem são muitas. Meu armário está cheio. Mas as vitrines também. E nesse reencontro com minha mulher interior, minha redescoberta de meu lado feminino - e porque não dizer de minha sensualidade? - baseio meu anseio no bom senso (desde que não veja uma liquidação de sandálias...). Nas famosas e certeiras poucas e boas. Nas outras coisas que me enchem a alma, como livros, filmes e viagens (essas me povoam sempre, quem me dera). Mas não há como negar: se estamos felizes, compramos. Se estamos tristes, também. É...ser mulher não é fácil. Sempre falta alguma coisa. Sempre uma novidade no ar. Sempre uma tentação na próxima esquina. Sempre a vontade de nos agradar...

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