terça-feira, 4 de maio de 2010

Joy


"A gente sempre deve sair à rua, como quem foge de casa. Como se estivessem abertos, diante de nós todos os caminhos do mundo."

Adorei esse pedaço de poema que recebi. Dizem ser de Mário Quintana. Tem a ver com minha ânsia de vida, essa ânsia que havia guardado em mim, esperando o melhor dia, o Dia J. Ou melhor, Dia Joy- esse apelido dado por um pastor bem vem a calhar. Acho que ele, sim,
já via a minha essência, eu como sou.
Joy. A curiosidade, minha alegre companheira, chama. Ponho na busca da Internet e lá está:
Joy, que é alegria, gozo pela vida, em inglês, dizem, vem do francês, Joly. Vem de belo. E leio mais: "gosta de manter-se de igual para igual com qualquer pessoa numa disputa;não se sente nem busca ser melhor nem pior que ninguém, uma pessoa de mente aberta. Não gosta de ficar parado, pois tem grande agilidade mental e física. Gosta de passar seu tempo lendo e adora estudar, não deixa passar uma oportunidade de viajar. É daqueles que possui uma paixão invejável pela vida. Não tem muita diplomacia na hora de dizer certas verdades, julgar ou criticar, costuma fazer isso à queima roupa".
É, meu apelido me cabe, no bom e no "mal" sentido. Foi dado há anos atrás. E ficou. Apoderei-me dele, depois de tantos: Dáda quando nem sabia falar; Jacque, que vem de meu segundo nome, homenagem a "la Kennedy", paixão de muitos; Joca, que ficou perdurando em minha vida por muito tempo. E poucos outros dados por amigas ou guardados a sete chaves, se ruins (coisa de irmão...tsi, tsi). E, enfim, Joy. Eu como sou hoje. Ou como sempre fui e estou redescobrindo sob as cascas da vida. Meio nômade, meio cigana. Viajante do mundo sem sair do lugar. Fugindo de casa - e às vezes de mim mesma - a cada dia que passa, ou melhor, que vivo.
Intensamente, nem que seja em meu coração e em minha mente.
Ps.: descubro que Joyce vem do Latim e significa "mulher cheia de alegria".
Alguma dúvida?

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