quarta-feira, 9 de junho de 2010

Cheia


Caramba. Acho que vou começar a levar junto ao corpo uma cadernetinha para anotar ideias. São tantas, e de tantas formas, que se atropelam em minha mente. Dá até para escutar o barulho do choque entre elas. Minhas constantes dores de cabeça são a prova cabal disso.
Um livro com dicas básicas - e bem por isso indispensáveis - para quem está construindo, reformando ou comprando uma casa ou apartamento. E como isso me veio? Simples. Ao molhar-me toda para abrir o volante do chuveiro para meu banho matinal (é...que me crucifiquem os eco éticos - tomo dois ao dia - um para bem começar, outro para bem terminar...). Frio, pressa, e lá estava o volante longe do meu alcance. Esticar o braço ao máximo para abri-lo e , fatalmente, molhar-me toda, não combina com dias frios.
Fora o livro com esses textos, feito diário de bordo ou diário da vida; eu, uma amante de papéis bem escritos. Ler significa , para mim, sentar bem acomodada e deslizar meus dedos, olhos e pensamentos sobre uma folha de papel. Ou várias. E tantos outros, tantas ideias, que me cabem no cérebro. E nessa vontade, grande, de bem viver. E de ser alguém.
Ideias e sonhos, que não tem? E sei como é triste deixá-los pelo caminho, por não poder ou por mero esquecimento. Sonhos e ideias, nisso sou mestra. E todos baseados em ser e fazer feliz. Parece piegas, parece simples demais, mas não é. Tenho um mundo na cabeça e estou indo atrás.

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